Como vencer os inibidores internos da transformação digital

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Como vencer os inibidores internos da transformação digital

Muito se fala na expressão “Transformação Digital”, e cada profissional tem uma explicação diferente. Para facilitarmos, vamos considerar a definição dada por George Westerman, pesquisador líder da MIT Sloan Initiative sobre a Economia Digital:

“A transformação digital representa um repensar radical de como uma empresa usa a tecnologia para mudar radicalmente seu desempenho.”

Esta transformação na verdade gera mudanças abrangentes que incluem a busca de novos modelos de negócios e, por extensão, novos fluxos de receita, muitas vezes impulsionados por mudanças nas expectativas dos clientes em torno de produtos e serviços. Ou seja, a transformação digital utiliza a tecnologia como meio, e não como fim.

Os Catalisadores para transformações digitais também podem incluir disrupções de empresas estabelecidas e startups. Vejam o caso da IBM com o Watson, da Amazon com o AWS, e também da UBER, Nubank, Salesforce, etc.

Porém a maioria dos CIO’s diz acreditar que a tecnologia não é o maior obstáculo para cruzar o abismo digital. Eles acreditam que os limitadores do sucesso se resumem à cultura, recursos e pensamento analógico por parte dos líderes empresariais.

Eles enfatizam que os CEO’s e líderes precisam entender que alguém está tentando “comer sua fatia de mercado” e que a falta de ação pode levar à obsolescência do negócio. Conhecemos vários casos assim, certo?

Claramente, a interrupção é desconfortável. Líderes reais, no entanto, aceitam o desconforto, questionam velhas ideias, filtram aquelas baseadas na ortodoxia interna e deixam novas ideias surgirem.

 

Vencendo os inibidores internos

 

Cultura organizacional:

Este conjunto de valores, crenças, rituais e normas impactam diretamente a transformação do negócio. A penalização de erro, falta de incentivo para inovar, formalidade exagerada e falta de meritocracia são algumas das práticas que inibem a evolução dos negócios, e ao empregar práticas que mudem estes cenários, abrirá caminho para novos modelos de negócio.

Os líderes devem criar um ambiente motivador, com reconhecimentos e feedback constantes, metas claras e atingíveis.

Recursos:

É muito comum ver profissionais em sua zona de conforto, tanto profissional quanto pessoal. Esta falsa sensação de segurança reflete na performance e entrega de resultados, gerando apego à rotina e aversão a correr riscos e trazer inovação. A cultura organizacional ajuda, em um extremo, a perpetuar esta situação, e no outro extremo, mudá-la. A liderança empresarial precisa estar atenta a estes sinais dentro de sua organização.

É recomendado “arejar” o ambiente, promovendo a “troca das cadeiras” periodicamente, dando novos desafios aos profissionais, e também trazer experiências, visões e motivações externas para a organização.

Pensamento analógico:

como consequência da cultura organizacional, de recursos inadequados e falta de investimento em tecnologia, cria-se na organização um pensamento analógico. Isso significa ter um apego a processos longos e a sistemas legados (ainda lidamos com mainframes!), abordando o mercado com foco no produto e processo, e não nas necessidades e experiências do cliente. A maioria das pessoas que vivendo em grandes centros têm uma experiência tecnológica melhor em casa (Smart TV, WiFi, Smartphones, Gadgets, etc.) do que na empresa. E francamente, não deveria ser assim.

Para trazer “novos ares” para as organizações, é importante ter ferramentas à disposição que facilitem a localização e modelos de contratação de profissionais de acordo com os objetivos da organização. Para tal, a Tasked traz ao mercado uma solução robusta que é aderente aos processos das grandes empresas, mantendo a agilidade e flexibilidade requerida para um ambiente de negócios em transformação, dando total autonomia aos seus clientes. Saiba mais em www.tasked.com.br/para-empresas.

2018-10-24T14:00:59+00:00