Atuar como profissional PJ apresenta muitas vantagens para obter mais flexibilidade de trabalho. E, por mais difícil que possa parecer abrir uma empresa, hoje em dia, é um processo mais simples.

Neste post, vamos citar todas as etapas para ajudar você a se tornar uma pessoa jurídica:

1. Informe-se e escolha o formato ideal para a sua atuação

Se você quer se tornar um profissional PJ, primeiro, você precisa se informar sobre quais tipos de CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica) pode abrir e escolher um deles. As opções mais comuns são:

Sociedade Ltda (limitada)
Sociedade Anônima (S.A.)
MEI – Microempreendedor Individual
EIRELI – Empresa Individual de Responsabilidade Limitada
Empresário Individual

Caso o seu faturamento anual não ultrapasse R$ 60 mil e você não faça parte de outra empresa, provavelmente, você será um Microempreendedor Individual – MEI e o processo é muito mais prático. Mas, caso você tenha feito suas contas e percebido que o seu faturamento ultrapassará esse valor, então terá que seguir outro caminho.

2. Defina a sua atividade

É aqui que será definida a sua CNAE – Classificação Nacional de Atividade Econômica – com a possibilidade de haver mais de uma, desde que haja uma principal, ou seja, aquela que você mais executará dentro da empresa e emitirá mais notas fiscais. A tributação depende da atividade escolhida, podendo variar de 4,5% a 22,9%.

3. Tenha conhecimento dos impostos que sua empresa deverá pagar

Tudo dependerá do seu faturamento e do seu regime tributário. Veja abaixo quais impostos deverá, de acordo com o formato que você escolher:

Simples Nacional

Arrecada impostos que reúne 8 tributos em uma guia mensal unificada, tendo como faturamento limite R$ 4,8 milhões por ano. E os impostos são calculados de acordo com as suas atividades. Confira o seu caso aqui.

Lucro Presumido

Neste caso, o faturamento limite é um pouco maior, podendo chegar a R$ 78 milhões ao ano e o pagamento de impostos é por meio de cinco guias diferentes, sendo eles: IRPJ, CSL, PIS, INSS e CONFIS. A variação pode ser de 12,33% a 16,33% em cima de um percentual predefinido do seu faturamento. Então, presume-se o quanto de lucro sua empresa terá para, depois, ser cobrado o imposto. Veja aqui essa tabela.

Lucro Real

Aqui, os impostos são cobrados a partir do que a sua empresa realmente lucra. Portanto, suas contas e balanços precisarão estar todos corretos e exatos. A partir disso, a tributação é aplicada em cima do lucro.

Dependendo da atividade ou do faturamento, algumas empresas – como instituições financeiras – são obrigadas a se enquadrarem neste regime. Imaginamos que não seja o seu caso.

4. Procure um profissional especializado

Depois de definir o formato, a atividade e o regime tributário da sua empresa, você precisará registrá-la, certo? Para isso, você terá que separar alguns documentos e comparecer a alguns órgãos públicos. O ideal é que, desde o início da sua decisão em abrir uma empresa, você conte com a ajuda de um profissional para orientar você, normalmente, um contador. Até porque, as próximas etapas, como: a elaboração do contrato social, o registro na Junta Comercial, o cadastro na Previdência Social, entre outras, precisarão ser seguidas corretamente e nada melhor que alguém especializado no assunto para conduzir você até o final do processo.

Se você sabe da necessidade desse trabalho, mas não pode arcar com esse tipo de gasto no momento, há opções como o Contabilizei, que facilita todo o procedimento de abertura da sua empresa e oferece uma consultoria mensal com um valor super acessível.

Concluiu todas as etapas? Então, agora você tem uma empresa e não precisará mais recusar oportunidades de trabalhos que exijam profissionais PJ. Você estará pronto para atuar como um prestador de serviço legalizado.

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Boa sorte com os novos projetos!